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O “profissionalismo” em xeque
Por TecnoLógos
Amigos
internautas, o termo “profissional” proferido por uma leva de
gente por aí deve e precisa ser revisto urgentemente. Em
primeiro lugar, o CBT Online é um dos maiores prestadores de
serviço profissionais de taquigrafia do País, senão o maior.
Possuímos inúmeros atestados de capacidade técnica profissional,
emitidos por empresas renomadas e órgãos públicos em todo o
Brasil. Para executar tais serviços, o CBT Online conta com uma
Equipe treinada e competente. Atuamos de forma intensa na
prestação de serviços, realizando o registro taquigráfico “in
loco” de diversos eventos, tais como: seminários,
palestras, congressos, conferências, workshops e sessões
plenárias de quaisquer tipos. O nosso trabalho é amplamente
requisitado por empresas privadas e pelo setor público de todo o
Brasil. O coordenador da área de serviços possui mais de 30
(trinta) anos de experiência profissional comprovada na
prestação de serviços taquigráficos de qualquer porte, seja “in
loco” ou por transcrição posterior, na área empresarial.
Pois bem, com essa breve explanação gostaríamos de informar a
todos os internautas que estamos aguardando que os “faladores da
net” e as “referências intergalácticas” que são os “donos do
profissionalismo” apresentem para a sociedade, dados verdadeiros
e concretos de trabalhos profissionais realizados na área
taquigráfica. Não vale apresentar serviços de degravação (de
“fitinha K7”) com o uso do “transcriber” (gravador com
fone e pedal), para se matar de digitar e possuir ampla
experiência de atestado em LER/DORT. Dessa forma, estamos
mostrando a sociedade e a todos os interessados na técnica que o
discurso é uma coisa e a prática é outra. Falar é fácil.
A grande maioria de cursinhos
preparatórios, em especial em Brasília/DF, jamais
prestaram serviços profissionais na área. Na verdade, não
conseguem chegar à cozinha de empresas renomadas, e muito menos,
na de órgãos públicos. Nunca encontramos esses “profissionais”
participando de licitações públicas (pregão presencial e
eletrônico) e privadas. A desculpa será a seguinte: não
trabalhamos com esse tipo de segmento de mercado, o nosso
negócio é dar aulinhas e preparar gente para certames públicos
mal elaborados e com o número de vagas que não chega ao
quantitativo de 80 (oitenta) em quatro anos. Pois bem, a
explicação é sempre bem-vinda, ocorre, porém que por conta disso
devem parar imediatamente de ficar propalando por aí que são os
“profissionais do pedaço”. Tudo bem, não querer trabalhar como
profissional na área taquigráfica é uma opção que deve ser
respeitada. No entanto, devem evitar o discurso falacioso do
“profissionalismo”, misturando competências. Ora, uma coisa é
passar em certames para área serviçal pública e outra é bem
diferente prestar serviços taquigráficos profissionais para
empresas renomadas e órgãos públicos. São coisas bem
diferentes. O interessado deve saber que para participar de
serviços dessa natureza é preciso ter competência técnica,
sólida experiência profissional comprovada e atestados de
capacidade técnica na área. Não é qualquer borra-botas que
possui a capacidade de prestar serviços para CEF – Caixa
Econômica Federal, elaborando atas executivas de reuniões
conjuntas da Secretaria do Tesouro Nacional (CEF, Banco do
Brasil e Ministério da Fazenda), após o registro “in loco”
do evento, apenas para ficar num único exemplo. Daí que essa
expressão “profissionalismo” deve ser acompanhada de muitas
explicações, senão o interessado que é leigo ou incauto poderá
imaginar que no Brasil, somente existe, “profissionalismo” em
câmaras e tribunais - achando que por ser o sujeito pertencente
dessas hostes possui capacidade profissional para realizar
qualquer tipo de trabalho na área. Não existe isso. É uma
fantasia que alguns indivíduos gostam de propagar por aí.
Dificilmente elementos da área serviçal pública seriam capazes
de participar de qualquer tipo de evento na área
empresarial. É preciso ter ampla experiência na área privada
para realizar serviços dessa natureza. É necessário não
generalizar, “Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.”
A atuação de técnicos (executores e praticantes) no serviço
público, obedece aos ritos e características próprias da área. A
atividade taquigráfica empresarial atende a outros critérios
de excelência. Portanto, não convém colocar no
liquidificador banana e mamão, fazendo uma vitamina mista, pois
banana é uma fruta e mamão seria outro completamente diferente.
São setores distintos, com características próprias a cada
atividade. O trabalho desenvolvido pela taquigrafia empresarial
requer um número reduzido de executores ou praticantes, que de
fato realiza a prestação do serviço. A Equipe deve ser altamente
qualificada e muito bem treinada para cumprir com as exigências
do mercado. Portanto, o trabalho é realizado com base em
premissas totalmente diferenciadas em relação ao setor público.
A sociedade deve ser esclarecida, há outra área em plena
atividade e a relevância dos trabalhos prestados é igual ou
superior ao da área pública. Durante décadas os profissionais
que lidam com o setor privado são desprestigiados e tratados
como se desenvolvessem “serviços de terceira categoria”. Um
discurso falacioso e cheio de preconceito despejou na mídia que
apenas uma ponta do serviço era importante. Infelizmente, isso
perdura até hoje. O profissional oriundo da área privada se
queixa, com toda a razão, ao ver meia dúzia de gatos pingados
descriminarem de forma aberta e sem nenhum tipo de admoestação
os relevantes serviços prestados no setor privado. O juízo de
valor esboçado, e o tempo todo por essa gente, apenas para
servir o enfraquecimento de um segmento importante e que
poderia, sem dúvida, ser uma excelente alternativa de trabalhos
para os milhares de executores ou praticantes que porventura não
quisessem ou não tivessem vocação para ser um burocrata. A
taquigrafia empresarial vem lutando com muita bravura e jamais
esmoreceu com a conduta pecaminosa dessa gente. Apesar das
inúmeras dificuldades e obstáculos o trabalho é merecidamente
reconhecido no mercado nacional. Um dos maiores problemas é a
carência de pessoal especializado para compor o quadro de
empresas que trabalham com a prestação de serviços
taquigráficos. A falação odiosa e carregada de um ranço
preconceituoso inimaginável afastou possíveis interessados e
gente de todos os matizes que poderia construir uma bela
carreira como o profissional liberal. Ao fazer uma propaganda
mesquinha, apenas, do chamado “profissionalismo” no setor
público sem as devidas ressalvas, em detrimento a outra
atividade, a sociedade não conseguiu vislumbrar e perceber a
importância de outros segmentos. Cabe ressaltar que não há uma
contrariedade pela propaganda feita da área serviçal pública por
algumas pessoas. O que há de errado é a forma como é
realizada essa difusão. Jamais souberam diferenciar uma
atividade da outra, ou seja, não foram capazes de apresentar
para a sociedade que existe de maneira latente e atuante um
profissionalismo além da fronteira do servilismo ou da
burocracia. Pois bem, esses elementos agem o tempo todo como se
a taquigrafia empresarial nunca existisse ou não representasse
um segmento fundamental para algumas empresas. Alguns indivíduos
demonstram com essa pregação ridícula, na área serviçal pública,
um egocentrismo desvairado, não admitindo uma divisão de
competências. Não reconhecem o trabalho desse profissional,
tratando-o como se fosse portador de uma doença contagiosa ou
possuir menos capacidade do que eles. Sequer querem repartir o
simples vocábulo “profissional” com os executores da área
privada. Sentem-se com todo o direito (não sabemos ainda quem o
delegou) de sustentar essa denominação apenas para os sujeitos
oriundos da burocracia. Autorizados por quem? A chancela desse
termo deve e precisa tomar novos rumos. O profissionalismo na
prestação de serviços taquigráficos precisa ser encarado pela
sociedade como uma atividade desenvolvida em vários setores e
não a um especificamente. Enquanto houver um preconceito
raivoso, apoiado abertamente por uma turma de alienados e
prepotentes, os profissionais oriundos da taquigrafia
empresarial estarão sempre numa posição desconfortável e a sua
expansão ameaçada. Sendo assim, urge de forma categórica
realizar um combate viril e defender esse segmento que não
suporta mais ser tratado de maneira jocosa e irresponsável. Ora,
se não tenho capacidade técnica de realizar trabalhos em outra
área, tenho sempre de ressalvar e diferenciar tais
competências. Não posso ignorar solenemente que a outra
ponta exista ou é menos importante do que a minha. Daí que o
recado está dado. Da nossa parte, o valoroso setor empresarial
terá sempre destaque e a sua defesa será uma questão de honra e
de reconhecimento a esses profissionais anônimos que prestam com
galhardia relevantes serviços à sociedade.
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