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Conheça a Organização Social Grafar e os novos rumos do CBT

 

Editorial

 

 

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Amigos e amigas internautas, muito em breve os cerca de 40.000 (quarenta mil) internautas que nos visitam mensalmente contarão com um site voltado totalmente para a taquigrafia. Trata-se do site www.grafar.org, que tem a importante tarefa de substituir o CBT nos assuntos atinentes a taquigrafia. Conforme vimos comunicando, a missão da Grafar é manter a qualidade das informações divulgadas pelo site do CBT ao longo desses cinco anos de existência. É chegado o momento de fazermos um rápido balanço das nossas atividades: durante esse tempo o CBT Online considera que contribuiu de maneira decisiva com a expansão da taquigrafia, sendo o precursor do chamado curso de taquigrafia virtual ou on-line e o pioneiro em diversas atividades na net. Constatamos com satisfação que hoje a taquigrafia virtual é uma realidade. O seu crescimento atinge níveis inimagináveis se comparados há alguns anos. O mérito do CBT foi ter e ser ousado. A sua coragem e determinação foram fatores imprescindíveis para a saudável avalanche de sites, comunidades e blogs que se proliferam na net. Nem sempre fomos bem compreendidos, é verdade! Mas isso faz parte de todo o processo que se inicia. Em momento algum da nossa história na net demonstramos irritação com isso, pelo contrário, sempre achamos que a provocação na dose certa (equilibrada e racional) seria sinalizadora determinante para que as forças até então existentes fossem sacudidas e se mobilizassem para o bem da taquigrafia. Portanto, a nossa intenção sempre foi essa, ou seja, trabalhar em prol da taquigrafia. Somos escravos da ferramenta e com ela temos uma enorme cumplicidade, pois a utilizamos 24 horas por dia. A técnica é a responsável por uma parcela significativa de nossas atividades na prestação de serviços taquigráficos. O CBT é, possivelmente, a maior empresa na área de serviços profissionais de taquigrafia. Relaciona-se com dezenas de empresas privadas que fazem parte da importante e significativa área de eventos. Somos parceiros de empresas de renome nacional e internacional, atuando como elo de ligação entre as inúmeras equipes de taquígrafos profissionais oriundos do setor privado, espalhadas nas principais capitais do Brasil. Não queremos, em hipótese alguma, arrostar o título de representante da taquigrafia no setor privado. No entanto, temos de reconhecer a liderança do CBT nesse segmento. Liderança essa que foi conquistada não com palavras, mas com competência e serviços de primeira qualidade. Dessa forma, tentamos ser uma voz para tão importante segmento de mercado. Algumas pessoas podem perguntar como o CBT possui uma audiência enorme em seu site. A explicação está colocada acima. O relacionamento do CBT com a área de eventos no Brasil é uma realidade. Daí que algumas pessoas desconheciam a proximidade do CBT com um setor enorme, principalmente, sediado no Rio de Janeiro e em São Paulo. Enxergavam o CBT como mais um curso de taquigrafia. Ledo engano! Na verdade, a área de cursos do CBT representa uma parcela quase insignificante na sua estrutura, imperceptível. Esse segmento está presente mais pela paixão em divulgar a taquigrafia e muito menos pelo seu retorno financeiro. Em outras palavras, poderia até o CBT abdicar inteiramente de promover cursos e treinamentos. Recentemente fomos interpretados de maneira errada (a discussão já se encerrou), mas por dever de ofício e para manter o nosso público bem informado (sem que isso seja objeto de contestação ou provocação a quem quer que seja), somos obrigados, de forma sensata e objetiva, a mostrar a alguns críticos que talvez o grande equívoco esteja na avaliação superficial do que pretendemos fazer. Em parte, pode ter sido uma falha em nossa comunicação e aí a mea-culpa faz-se necessária. Ao trazer para os internautas o tema simbiose entre tecnologia e grafia, é possível que tenhamos confundido algumas pessoas. Ao CBT interessam, e muito, o fortalecimento da ferramenta e o uso indiscriminado da taquigrafia, substituindo, inclusive, a escrita comum ou usual (considerada morosa, desgastante e que não ultrapassa a marca medíocre de 30 palavras por minuto). Cabe ressaltar que os esforços do CBT estão todos, absolutamente todos, focados na integração importante da taquigrafia com processos tecnológicos de ponta. Com isso, queremos dizer que a nossa equipe de desenvolvedores e analistas está trabalhando incansavelmente para obter os melhores resultados e aparelhá-la com os mais modernos instrumentos para subsidiar a atividade de taquígrafos dos diversos setores. Ao nos referirmos à neotaquigrafia e à paleotaquigrafia, respectivamente, tecnoGrafia e taquigrafia, jamais o fizemos no intuito de menosprezar ou inferiorizar os praticantes da taquigrafia, já que seria um contra-senso e uma estupidez sem tamanho, tendo em vista que o CBT utiliza a técnica no seu dia-a-dia. O nosso objetivo não foi, de forma alguma, rotular os praticantes de taquigrafia de ultrapassados ou imprestáveis. Quem fez essa leitura, o fez de forma completamente fora da realidade. O nosso intuito foi o de querer demonstrar que a taquigrafia, nos padrões atuais, passará por mudanças significativas dentro de alguns meses, quando serão finalmente conhecidos os fundamentos que sustentam o Sistema TecnoGráfico, por meio do software SisTG 1,0, baseado na nova obra do professor Rogério Mascarenhas. A leitura de uma divisão entre modernidade e atraso foi precipitada e, como já dissemos, talvez uma falha de nossa parte na comunicação. O termo paleotaquigrafia não é pejorativo e não remete a taquigrafia a uma coisa imprestável. Ele pretende definir os dois momentos distintos: neotaquigrafia – nova taquigrafia ou evolução da taquigrafia - e paleotaquigrafia - taquigrafia manual e artesanal – exibindo os recursos hoje empregados, ou seja, nos moldes utilizados até agora. Essa é a leitura exata e correta a ser feita. Não é uma tentativa de dividir a taquigrafia e seus praticantes. É situar a importante ferramenta na questão do tempo. Seria uma desonestidade enorme não fazermos essa distinção, pois ela existirá cedo ou tarde, sem dúvida. Ao trazer esse tema para o debate, o fizemos com o intuito de aprofundarmos a questão, mas sempre destacando que deverá ser realizado no campo das idéias. De forma alguma devemos confundir a quebra de paradigmas ou a discussão de novas tecnologias que, em tese, está sendo proposta, com o bom nome empresarial conquistado pelo CBT. São coisas que não se fundem, não se misturam. Assim sendo, gostaríamos de transmitir aos internautas que a empresa CBT fundamenta-se, principalmente e pela ordem, nos seguintes braços negociais: serviços profissionais de taquigrafia, tradução e revisão, CBT EDITORA e a sua marca registrada – livrmídia e, por último, curso de taquigrafia (presencial e on-line). Sendo essa última atividade, talvez, a mais apaixonante, pois longe de ser a que mais representa em termos de faturamento é a que mais empolga por envolver algo sagrado que é o ensino de crianças, jovens e adultos, divulgando a taquigrafia e fazendo-a tomar assento importante em suas vidas. A Organização Social Grafar, de natureza eclética e aberta, desempenhará, portanto, daqui para frente, esse papel. O CBT passa a cuidar, a partir de agora, exclusivamente, das questões institucionais ligadas à tecnoGrafia e a sua divulgação em todo o Brasil.  Os assuntos sobre taquigrafia serão redirecionados para o site da GRAFAR, www.grafar.org, que está ficando belíssimo, por sinal. Um forte abraço a todos os praticantes da taquigrafia e aos futuros seguidores da tecnoGrafia.

 

  
 

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