CURSO

PRODUTOS

CONCURSOS

SERVIÇOS

INFORMAÇÕES

COLUNAS

VARIEDADES

 
 
     COLUNAS > LÓGOS

Silêncio no recinto!!!!!


 

Por Lógos 

 

 

Leia Também

 

Tribunal Regional Federal da 5ª Região convoca candidatos para provas práticas

Resultado do Julgamento dos Recursos Contra o Resultado Preliminar da Prova Prática de Taquigrafia

Câmara Municipal de Vitória divulga o resultado final e convoca aprovados

TRT-SP: Órgão reenquadra cargos e planeja concurso

ESPECIAL PAULO GONÇALVES - Taquigrafia e Cultura

ESPECIAL PAULO GONÇALVES - Domínio

Convenções, sinais arbitrários ou simplificações, enfim, qual o limite aceitável?

Conhecimentos específicos decidem vaga; veja como se preparar

Condsef defende mais concursos federais

Amigos e amigas internautas são de estarrecer os argumentos em prol da anulação de concursos de taquigrafia, em especial na famigerada “prova prática”, que de “prática” só o vocábulo. Aliás, qual o motivo ainda de se fazer “prova prática de taquigrafia”? A chamada “prova prática de taquigrafia” não espelha de forma alguma, absolutamente alguma, o que um praticante vai realizar no seu dia-a-dia. Pensada numa época obscura e sem nenhuma transparência, o sistema atual da “prova prática de taquigrafia” é UM FRACASSO MONUMENTAL. Não seleciona os melhores candidatos e ainda promove uma mixórdia total aos gestores e organizadores de concursos. Em geral favorece aquele que possui mais dinheiro para pagar bons advogados e ficar questionando o concurso “ad eternum”. SOMOS A FAVOR DA ELIMINAÇÃO DA PROVA PRÁTICA DE TAQUIGRAFIA NOS MOLDES HOJE APRESENTADOS. O trabalho de um taquígrafo é captar a palavra numa sessão plenária qualquer. Evidentemente que os atores que estão no recinto não ficarão de boca fechada para o “doutor taquígrafo” registrar o que estão falando. Seria o caso de pedir aos nobres parlamentares para evitarem as conversas paralelas, pois estariam atrapalhando a concentração do taquígrafo. Ora, quem já não teve a oportunidade de acompanhar uma CPI? São telefones celulares tocando de minuto em minuto, além das impertinentes conversas no fundo da sala por repórteres e jornalistas o tempo todo. E por acaso o trabalho da taquigrafia deixa de ser feito? O taquígrafo deveria treinar velocidade num shopping center para adquirir concentração e mostrar frieza e capacidade emocional para acompanhar debates e falas mais complexas. Daí que não faz o menor sentido falar que um toque de celular, hipoteticamente, poderia prejudicar todo o desempenho de um taquígrafo. Está na hora de mudanças profundas nos concursos para taquigrafia. Uma delas seria abolir com a prova prática nos padrões atuais. As sugestões que fazemos é que o candidato aprovado nas provas objetivas participasse de um CURSO DE FORMAÇÃO, nos moldes da ESAF e outros. Ele faria apanhamentos in loco nas sessões plenárias e os melhores seriam efetivados. Essa é a melhor maneira de se contratar bons executores. O sistema atual ESTÁ FALIDO E NÃO CONTRATA OS MELHORES PRATICANTES. É um festival de decoreba de convenções e clichês. Com essa medida simples acabaríamos com o “choro dos incompetentes” e com as supostas polêmicas que todo concurso para taquigrafia apresenta. Uma solução simples, eficiente e que traria enormes benefícios para as entidades que lidam com a taquigrafia. Estariam contratando pessoas que realmente sabem taquigrafar. Outra conseqüência imediata seria a reforma total na maneira de se preparar o futuro taquígrafo. Os cursinhos seriam obrigados a desenvolver um treinamento total e voltado para o profissionalismo. Nada de decoreba de “cem mil” convenções e outras bobagens. Teriam que trabalhar de forma diferente, dando um enfoque mais realista do cotidiano desse prestador de serviços. Hoje a hilária prova prática não tem nada de prática. O taquígrafo não taquigrafa numa redoma de vidro. Ele está sujeito ao som ambiente e deve saber ser concentrar apenas na fala do orador. Essa é a realidade. É isso que ele vai enfrentar. É por isso que raramente um executor do setor público consegue taquigrafar na área privada. Esperamos que o setor público venha a repensar a forma de recrutamento desse técnico que está a merecer reformas profundas e urgentes!

     

 

Valorize o livro didático e diga não ao uso de apostilas!

 

 

ATENÇÃO!

O conteúdo dos artigos é de responsabilidade do autor e expressa sua visão sobre assuntos atuais. Os textos podem ser reproduzidos em qualquer tipo de mídia desde que sejam citados os créditos do autor. Edições ou alterações só podem ser feitas com autorização do colunista.

 

  
 

© CBT Online - Todos os Direitos Reservados

   Política de Privacidade  |  Fale Conosco  |  Contatos