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Aprenda tecnoGrafia na tela da TV

 

Por TecnoLógos

 

 

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Amigos e amigas internautas, a partir de setembro a nova obra publicada pelo nosso parceiro, professor Rogério Mascarenhas, estará circulando nas principais bancas e livrarias do Distrito Federal e por meio do site do CBT. O manual intitulado “Manual da Escrita Rápida – TecnoGrafia – a evolução da taquigrafia” é o que há de mais moderno no universo taquigráfico. O autor nos brinda, menos de seis anos da publicação da obra anterior, com um material didático moderno, apresentando um padrão gráfico de alto nível. Acompanha o livro um DVD, com o curso básico que poderá ser acessado mesmo por quem não possui um computador. O interessado deverá ter um DVD e utilizar a tela de seu televisor. O objetivo é massificar o aprendizado da escrita rápida, tornando acessível o seu conhecimento a qualquer cidadão que pretenda substituir a escrita comum ou usual, considerada desgastante e morosa, não ultrapassando a medíocre marca de 30 palavras por minuto.  A escrita dinâmica foi pensada para substituir a escrita usual. Durante anos essa missão foi abortada e incalculáveis prejuízos foram creditados à sociedade que não pode usar e abusar da sua praticidade. Rodeada por uma atmosfera mística, divulgada como uma coisa para “gênios” e atrelada ao servilismo, foi apequenada e sufocada ao longo de muitos anos no Brasil. Essa conjunção de fatores foi extremamente danosa à expansão da escrita veloz. Apesar do marketing gigantesco, grudando uma singela técnica de escrita ligeira ao resultado de concursos públicos, os números falam mais alto. Contra os fatos não há argumentos. Tivemos, durante vinte anos de certame, 300 (trezentas) vagas abertas para o setor público. Evidentemente que o universo de pessoas que praticam uma técnica de escrita não-usual é infinitamente maior do que esse ridículo e inexpressivo contingente de vagas abertas na área serviçal pública. Resgatar o compromisso singular da técnica é a nossa tarefa. O setor público representa um grão de areia no universo de pessoas que praticam uma técnica de escrita redesenhada. O discurso falacioso do uso da técnica no setor público está a merecer da sociedade grande e profunda reflexão. Não é mais possível conviver-se com uma propaganda totalmente anacrônica e fora da realidade. O discurso dos certames públicos não é apenas surrealista é também estapafúrdio. Relegar o emprego de uma técnica tão importante e uma ferramenta poderosa ao uso em tribunais e câmaras é, sem dúvida alguma, um atentado a inteligência do nosso estudantado. A propaganda utilizada amiúde: poucas vagas, número de candidatos reduzido, salário equivalente “a de um ministro do Supremo”, poucas horas de trabalho e outras, foram responsáveis pelo ostracismo e parasitismo que hoje a área demonstra ter. A ferramenta precisa de novos atores, de parceiros, de empreendedores, de gente que precisa trabalhar efetivamente com ela, enfim, de pessoas dispostas a utilizá-la em todos os setores do conhecimento humano. O pensamento de treinar para passar no concursinho arruinou com a difusão da técnica na sociedade. Esse reducionismo parasitológico desencadeou uma verdadeira casta de pessoas interessadas tão-somente nas benesses do setor público. A técnica não teria muita importância. Dessa forma, a hipocrisia reina em nossa área. Obviamente que há exceções. Nem todos pensam assim. No entanto, infelizmente, pode-se constatar que há sim um grande número de neófitos que procuram à ferramenta com esse propósito. O nosso desafio é hercúleo, trazer de volta a missão primeira de uma técnica de escrita rápida, que é a substituição da escrita comum ou usual. Não é fácil combater um dogma, um estigma, um estereótipo, um cacoete e um preconceito, ainda mais enfrentando pessoas com passagem na área. Contudo, não cansaremos! O nosso rumo está delineado. A nossa energia está voltada para esse objetivo e dele não abriremos mão. Está aí o mais novo trabalho na praça, à disposição da sociedade.

     

 

Valorize o livro didático e diga não ao uso de apostilas!

 

 

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