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Migalhas!
Por TecnoLógos
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Amigos e amigas, a escrita dinâmica vive de migalhas! Por
conta de uma difusão equivocada feita durante anos e anos,
atrelando a sua praticidade a área serviçal pública, a
técnica vem soluçando a cada edital publicado. São espasmos
festejados efusivamente por alguns alienados e que enchem de
esperança alguns praticantes abnegados. Como podemos aceitar
a ferramenta ser pautada por um setor que apresenta 300
(trezentas) vagas, ao longo de quase vinte anos ou 15
(quinze) por ano, no servilismo? Daí que não se justifica,
sem dúvida alguma, soltar fogos quando um edital é
publicado. Essa concepção vem deixando a escrita rápida à
míngua e com uma dependência total da burocracia estatal.
Está passando da hora do setor privado ser chamado a
contribuir efetivamente com esse contingente enorme de
excluídos dos certames públicos. Há uma lógica inquietante
na praça: muita festa e muito congraçamento com o ingresso
de menos de meia dúzia de praticantes na área. Esse é o
pensamento reinante! Ele é pequeno, egoísta, seletivo,
elitista, preconceituoso, burguês e altamente nocivo aos
interesses da sociedade. O cidadão comum precisa e deve
aprender uma técnica de escrita não-usual. A iniciativa
privada deve conhecer o perfil desse técnico e fazer uso
dessa mão-de-obra qualificada. Os cursinhos devem ser
preparar para essa nova ordem que se apresenta, ou seja,
ampliando o leque e desenvolvendo programas específicos para
o setor produtivo. Não é possível que milhares de
praticantes fiquem jogados ao léu, gastem dinheiro se
preparando para observar o êxito de apenas meia dúzia de
pessoas em concursos da área (escassos, mal elaborados,
inúteis e ultrapassados). O que as pessoas que não conseguem
ingressar no setor público fazem depois de se dedicarem
durante seis, doze ou mais meses estudando uma técnica de
escrita veloz? Nada, absolutamente nada! Jogam na lata do
lixo horas e horas de treinamento. O que fazer com esse
número enorme de pessoas que não conseguem ultrapassar
sequer a primeira etapa do concurso? Nada! Não vemos nenhuma
ação nesse sentido. Na verdade, meu amigo e minha amiga, a
festa é para meia dúzia de convidados. E os demais? Gente
que se dedicou anos a fio, se esmerou, ralou, suou,
investiu, gastou, estressou e nem sequer viu seu nome no
conjunto de aprovados na primeira etapa do concurso. E aí?
Há o que festejar? Não, não há! O imenso exército de
frustrados que já utilizaram a ferramenta cada vez aumenta
mais. É visível o desconforto com essa festinha para meia
dúzia de “convidados vips”. A nossa área não merece viver
de migalhas do setor público. Não foi para isso que a
ferramenta nasceu. Ela surgiu para brilhar! Para substituir
a escrita comum ou usual. Para estar sendo utilizada
plenamente no setor privado. Para ser motivo de orgulho e de
satisfação pessoal de milhares e milhares de pessoas. Não de
um grupelho, de uma casta, de uma seita ou de uma confraria.
Não apareceu para isso. Hoje, infelizmente, está envolta
numa atmosfera de familiares e amiguinhos que se apoderaram
de sua engenhosidade e a acorrentaram-na em grilhões de
ferro, afastando inúmeras parcelas da sociedade com uma
difusão elitista, burguesa, direcionada e infestada de
oportunistas e de alguns “mauricinhos e patricinhas”. A
escrita rápida precisa de gente para trabalhar, gente que
não tenha medo de construir seu próprio salário, gente
empreendedora, gente que invista em seu talento pessoal,
gente que queira ser multiplicadora, gente de várias partes
do Brasil. Aumentar o número de cursinhos em todo o Brasil,
objetivando mostrar a importância da técnica, é o nosso
grande desafio para o próximo ano. Estaremos abrindo
oportunidades para pequenos empreendedores que desejam ser
parceiros do CBT ministrando o curso de tecnoGrafia em todo
o Brasil. A partir de setembro o interessado poderá se
cadastrar no site do CBT e participar da nossa seleção.
Cansamos das migalhas do setor público! Chega! Vamos
mostrar a força da tecnoGrafia em todo o País. Para isso
estamos montando uma estrutura bem planejada, com uma equipe
profissional de altíssimo nível e investimentos pesados na
área. Aguardem!
Valorize o livro didático e diga não ao uso de apostilas!
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