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  INFORMAÇÕES > PROFISSÃO

PROFISSÃO TAQUÍGRAFO

De Xenofonte até os nossos dias

Assista aos vídeos
 

Conheça um pouco das peculiaridades da profissão de taquígrafo. Você assistirá a dois vídeos: o primeiro  produzido pelo Programa Via Legal do Conselho da Justiça Federal - CJF, apresentando o trabalho do taquígrafo no Superior Tribunal de Justiça - STJ, gentilmente liberado para ser veiculado pelo CBT Online. O Programa Via Legal pode ser acessado na página: http://conline1.cjf.gov.br/phpdoc/pages/sen/vialegal/index.htm

O segundo são cenas extraídas do filme Alexander (Alexandre, o Grande) da Warner Bros/Intermédia Films, dirigido por Oliver Stone, que mostra a importância do escriba ou copista (aquele que tinha por profissão copiar manuscritos, muitas vezes mediante ditado).

Vídeo 1

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  Alexandre, o Grande

Alexandre, de cognome o Grande ou Magno era filho de Filipe II da Macedônia e de Olímpia do Épiro. Foi rei da Macedônia. Nasceu em finais de julho de 356 a.C. e faleceu a 10 de junho de 323 a.C. A sua carreira é sobejamente conhecida: conquistou um império que ia dos Balcãs à Índia, passando pelo Egipto e Afeganistão. Herdou um reino que fora organizado com punho de ferro pelo pai, que tivera de lutar contra uma nobreza turbulenta, as ligas lideradas por Atenas, e Tebas (a batalha de Queronéia representa o fim da democracia ateniense e por arrastamento das outras cidades gregas e de uma certa concepção de liberdade), e revolucionando a arte da guerra. A sua personalidade é considerada de formas diferentes segundo os gostos de quem o examina. Imensa e abismal região, desconhecida para a maioria dos gregos, Alexandre transpôs o Bósforo, em 334 a.C., com o livro de Xenofonte embaixo do braço. A fantástica narrativa intitulada Anábasis (retirada de dentro para fora, em grego), que o capitão dos mercenários gregos escrevera depois de ter participado na mal sucedida aventura do príncipe persa Ciro, morto em 401 a.C., tornou-se a bússola de Alexandre. A bússola e o mapa. A detalhada descrição dos acidentes geográficos, dos povos, dos vilarejos e cidades, que a força de dez mil mercenários gregos percorrera em território pertencente ao Império Aquemênida, era a única informação correta que o conquistador dispunha. Nem Aristóteles, o sabe-tudo, tinha idéia onde, afinal, terminava aquele continente fantástico que as patas de Bucéfalo, o cavalo de Alexandre, começara a pisar. A campanha do macedônio foi espantosa. Em apenas três anos, de 334 a 331 a.C., ele colocou os domínios de Dario III sob o seu controle. Bateu os persas em Granicus, em Issus, e em Gaugamelas, fazendo ainda, a caminho do Egito, capitular a cidade de Tiro, no Líbano, após tê-la submetido a um sítio formidável.

 
XENOFONTE era Ateniense de Ática e foi, sobretudo, um produto do seu tempo efervescente - a Grécia clássica - onde pensadores como Sócrates, Platão, Aristóteles, Arquimedes, Pitágoras e tantos outros, estabeleceram o fundamento intelectual da nossa lógica, metafísica, ética, política, retórica, poesia, biologia, zoologia, física e psicologia. Xenofonte, amigo pessoal e seguidor de Sócrates, foi observador sensível, pensador profundo, sintetizador arguto e escritor compreensível.

 

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Vídeo 2

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